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Este espaço está reservado para os depoimentos dos leitores que emagreceram ou construíram massa muscular. Envie seu relato para menshealth@abril.com.br. Não se esqueça de anexar fotos de antes e depois!

Publicado: 09/03/2009

Nome: Wilson Paiva Júnior
Idade: 24 anos
Altura: 1,87 m
Ocupação: promotor de vendas
Peso anterior: 72 kg
Peso atual: 85 kg


Até completar 18 anos, o goiano Wilson Roberto Júnior era fissurado em esportes – jogava bola e capoeira. Só que, quando se mudou para Minas para cursar Administração, parou de se exercitar, começou a beber e, pior, fumar. “Eu já era magro, mas sequei ainda mais por causa do cigarro e da bebida”, conta. Quando voltou a Goiânia, em 2007, o condicionamento rendia boas piadas entre os amigos. “Quando estávamos sem camisa, eles se divertiam me chamando de magrelo”, lembra. Era preciso reverter esse quadro.

A raiz do problema

Em outubro de 2007, Wilson matriculou-se numa academia. O começo foi difícil, pois estava com baixa autoestima e tinha vergonha do próprio físico: enquanto os colegas levantavam 40 quilos no supino, ele não passava dos 7. “Pensei em pular etapas, mas tive paciência e entendi que o processo seria gradual”, diz. O problema é que, por causa do cigarro, também não conseguia avanços na parte aeróbica. Um dia, após subir as escadas do seu prédio, ficou com muita falta de ar e concluiu que realmente precisava largar o cigarro.

O sabor da vitória

Com bastante determinação, ele venceu o vício. Depois de um mês e meio, estava com o pulmão em dia. Mas ainda faltava massa muscular. Wilson notou que não bastava malhar. Cuidar da alimentação também seria fundamental para a hipertrofia. “Eu achava que arroz e feijão eram suficientes para crescer. Puro engano!”, afirma. Nesse ponto, Men’s Health foi sua fiel parceira. Com a revista, ele aprendeu várias dicas para melhor o cardápio: trocou açúcar por mel e óleo por azeite; descobriu que brócolis, linhaça, aveia, granola e leite podem ser saborosos. A reeducação alimentar, além de ajudá-lo a ganhar 13 quilos de massa em um ano, acabou com outro incômodo: prisão de ventre. Hoje, ele recuperou a autoestima e, melhor, a qualidade de vida. “Agora é só manter”, orgulha-se.

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