O cigarro quer você
Conheça os artifícios usados pela indústria do tabaco para laçar novos fumantes. E caia fora desa armadilha!
Por: Rodrigo Gerhardt e Jim Thornton
Publicado 01/07/2008
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O universitário que vamos chamar de Frederico, de 24 anos, começou a filar cigarros dos amigos nas saídas à noite. Em poucas semanas, numa única noitada, acendeu 17. "Acho estiloso fumar na balada, combina muito com álcool. Sinto que ganho um certo ar de rebeldia, um status, ainda mais quando me ofereço para acender o cigarro de uma gata", diz o rapaz, que agora já começou a comprar seus próprios maços, para não pegar fama de "filante." Essa "iniciação", que já deve ter acontecido com vários dos seus amigos, senão com você mesmo, ocorreu há três anos, época em que a publicidade de cigarros já estava banida dos meios de comunicação, diversos espaços públicos proibiam o fumo em suas instalações e os maços estampavam informações sobre os males do tabaco. Um esforço que fez cair a proporção de fumantes no Brasil de 34% para 16% da população, a mais baixa da história. Por que então jovens como Fred ainda insistem em dar suas tragadas? Por burrice? Não, eles são o alvo preferencial de uma indústria que, apesar de todas as restrições ao cigarro, se vale de artifícios sutis, mas poderosos, para atrair novos consumidores. E está conseguindo.
VEJA A REPORTAGEM COMPLETA NA EDIÇÃO DE JULHO DA MEN'S HEALTH